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Archive for maio \03\UTC 2010

ACRIAPA – Associação de Criadores de Abelhas Nativas da APA de Guaraqueçaba.

 

Visite a ACRIAPA, converse com os produtores e conheça um pouco mais sobre o processo produtivo e os benefícios proporcionados pela Meliponicultura.

Endereço:

Rodovia PR-340 Km 07

Bairro: Curitibaia

Antonina-PR

CONTATOS:

Email: acriapaguaraquecaba@gmail.com

Telefones: (41) 8856-2123 / (41) 8407-7411

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As abelhas nativas sem ferrão fazem parte de um grupo denominado pelos cientistas de meliponina, por isso sua criação é denominada MELIPONICULTURA. O local onde são criadas as abelhas nativas sem ferrão chama-se MELIPONÁRIO e o trabalhador deste tipo de atividade chama-se MELIPONICULTOR.

 É a atividade responsável pela exploração dos vários produtos da colônia como o mel, a cera, a própolis, e o pólen. É realizada, em sua grande maioria como uma atividade complementar de renda pelos agricultores.

Por ser realizada desta forma é considerada uma atividade fragmentada, pouco especializada e que se utiliza de baixa tecnologia. Dessa forma, o trabalho coletivo, onde há a união e cooperação dos agricultores pode transformá-la em uma organização competitiva e atuante, principalmente quando falamos em comercialização dos produtos e reivindicações para a melhoria da atividade.

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  As abelhas nativas, também conhecidas como abelhas indígenas sem ferrão são abelhas sociais encontradas no país. Possuem como característica principal o naturalmente fato de possuírem ferrão atrofiado, portanto são incapazes de ferroar. Mesmo sem essa arma de defesa, essas abelhinhas desenvolveram outras técnicas como: enrolar-se nos cabelos e pelos, entrar nos ouvidos, nariz e olhos, mordiscar e até mesmo soltar substâncias que ardem a pele. 

Existe uma abelha social, que não é nativa do Brasil, a Apis mellifera, conhecida como italiana, européia ou africanizada, que também produz mel, mas não pertence ao grupo Meliponina.

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Na natureza, a maioria das abelhas nativas constrói seus ninhos nos ocos das árvores, também é possível encontrá-las em fendas de rochas e buracos no chão que antes foram abrigo de cupins e formigas.

Outra forma de encontrá-las é nas construções realizadas pelo homem como buracos ou frestas em paredes, muros, calçadas de tijolos etc.

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  •       Constroem (quase sempre) células reais, maiores que as outras, de onde emergem as futuras rainhas. Às vezes se desenvolvem machos gigantes nessas células.

 

  • Células Reais–  Também chamadas de realeiras, são células localizadas na periferias dos discos de cria, onde as rainhas são produzidas.

 

  •     Abelhas finas com asas maiores que a longitude do corpo;

 

  •       A entrada do ninho é um tubo de cera;

 

  •       Os ninhos geralmente são feitos de cera, podem ser cobertos, expostos ou parcialmente expostos;

 

  •       Os favos reais são maiores e localizam-se na região periférica da colméia;

 

  •       A rainha é determinada pela qualidade de alimento consumido.

 

  •   Principais representantes: Tetragonisca angustula (jataí), Scaptotrigona bipunctata (tubuna)

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TRIBO MELIPONINI

  •       Abelhas robustas com asas menores do que a longitude do corpo;

 

  •      Não constroem células reais – as rainhas, operárias e machos nascem e se desenvolvem, até o estágio adulto, dentro de células de cria de igual tamanho. Neste caso o fator determinante para o desenvolvimento das larvas de rainhas é a quantidade de alimento colocada à disposição da larva.

 

  •       A entrada dos ninhos está quase sempre, em todas as espécies, no centro de uma estrutura de terra, ou de geoprópolis (argila e resinas vegetais), crateriforme.

 

  •       A rainha é determinada geneticamente.

 

  • Principais representantes: Melipona quadrifaciata (mandaçaia) e Melipona marginata (Manduri).

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